No apagar das luzes de seu mandato como presidente da Câmara Municipal de Codó, Antonio Luz intensifica as ações contra o prefeito dr. Zé Francisco, cujo mandato também se encerra em 31 de dezembro de 2024. Com apenas um mês e meio restante para ambos no mandato, Luz parece determinado a desestabilizar o prefeito, utilizando manobras políticas que, para muitos, revelam sua verdadeira motivação: uma busca incessante por poder e influência, mesmo às custas da estabilidade administrativa do município.
Juntamente com o vice-presidente da Câmara, vereador Leonel Filho, ele lidera tentativas de enfraquecer a gestão de Zé Francisco, incluindo esforços para afastá-lo do cargo sob acusações de práticas ilícitas. Essas iniciativas têm sido amplamente interpretadas como uma vingança pessoal e um jogo político para enfraquecer a oposição ao novo governo, em vez de uma busca legítima por justiça ou transparência.
A tentativa de afastamento é vista por grande parte da população como um ato de perseguição política e como a manifestação final do comportamento controverso de Luz durante sua presidência na Câmara. Especialistas apontam que, com a proximidade do fim do mandato de Zé Francisco, tais manobras parecem menos relacionadas a preocupações administrativas e mais voltadas ao fortalecimento da posição política de Luz, visando garantir sua influência como vereador no próximo governo a partir de 2025.
Hoje, a figura de Antonio Luz é associada à traição e ao oportunismo, deixando como legado uma marca de desconfiança. Apesar de sua reeleição, ele é amplamente desmoralizado perante a população de Codó, que o enxerga como um exemplo de como interesses pessoais podem se sobrepor ao bem coletivo. Sua permanência no poder, para muitos, simboliza o que há de mais corrosivo na política: o uso de posições públicas para benefício próprio, em detrimento da confiança do eleitorado.