A tentativa do vereador Pastor Max de ampliar a transparência nos gastos da educação municipal foi barrada pela base governista na Câmara de Codó. Durante a 12ª sessão ordinária, realizada na última terça-feira (6), o parlamentar apresentou uma indicação solicitando detalhes dos contratos de reforma das escolas da rede pública, incluindo os valores investidos em cada unidade. A proposta, no entanto, foi rejeitada.
Além da cobrança por mais clareza na gestão dos recursos, Pastor Max também voltou suas atenções para a infraestrutura da cidade. Ele apresentou outra indicação solicitando a execução de serviços emergenciais na rua Presidente Costa e Silva, com operação tapa-buracos, e a construção de uma calçada ao lado do cemitério Central, na rua Piauí. As medidas visam melhorar a mobilidade e a segurança de pedestres e motoristas que enfrentam riscos devido ao abandono das vias.
Para o vereador, a rejeição ao pedido de informações reforça a resistência da administração em prestar contas à população. “Negar esse tipo de solicitação é também negar o direito do cidadão de acompanhar como o dinheiro público está sendo utilizado”, afirmou.