A Justiça Eleitoral analisou duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) envolvendo o prefeito eleito de Estreito, Leoarlen Túlio de Sousa Cunha, e a vice Irenilde Ribeiro da Silva, com decisões diferentes. Em uma das ações, o pedido foi julgado improcedente por falta de provas consistentes, mantendo os direitos políticos dos investigados. O juiz destacou que esse tipo de processo exige provas firmes e incontestáveis, e que não houve comprovação suficiente das acusações apresentadas.
Por outro lado, em outra AIJE relacionada, a decisão foi mais dura. O magistrado reconheceu abuso de poder político e econômico, determinando a cassação dos diplomas e registros de candidatura, além de declarar Léo Cunha inelegível por oito anos. A condenação teve como base a entrega de uma ambulância no povoado Brejo da Ilha, evento que, segundo a Justiça, foi acompanhado de churrasco, distribuição de bebidas e elementos de campanha, caracterizando promoção eleitoral irregular.